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MPF denuncia Sérgia Miranda por fraude na Simcol e deve investigar Caio Asfor

Advogado Caio Asfor e desembargadora Sérgia Miranda

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O Ministério Público Federal (MPF), através do vice-procurador-geral da República, Luciano Mariz Maia, ofereceu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) denúncia crime contra a desembargadora cearense Sérgia Maria Mendonça Miranda por fraude envolvendo a massa falida da Simcol.

Ela despachou liminar e ordenou, indevidamente (em um de seus plantões), o pagamento de cheque no valor de R$ 1.119.932,01 (hum milhão, cento e dezenove mil, novecentos e trinta e dois reais e um centavo) ao escritório “Sampaio e Tavares Advocacia e Consultoria”, que, na época, em maio de 2013, havia prestado serviços advocatícios à empresa.

Além de Sérgia, estão enrolados Frankraley Oliveira Gomes – namorado da desembargadora à época -, Paulo Fernando Mendonça e Cláudia Adrienne Sampaio de Oliveira.

Confira trecho da denúncia do MPF

Parceria laranja

A Simcol teria sido também prejudicada, de forma criminosa, através de outra liminar  da mesma desembargadora. A empresa foi forçada a efetuar o pagamento  de valores altíssimos (superiores a R$ 1 milhão) ao escritório de advocacia “Rocha, Marinho e Sales”, pertencente ao advogado Caio Asfor. O pagamento se deu por meio de um “laranja” ligado ao escritório “Sampaio, Tavares Advocacia e Consultoria”.  A denúncia  foi encaminhada ao ministro do STJ, Herman Benjamin, pelo empresário Gilberto Martins Borges, sócio majoritário e representante da empresa falida.

Documento de Gilberto Borges