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Ministro do STF amplia quebra de sigilo fiscal de Aécio Neves e outros investigados
Senador mineiro virou réu pelo recebimento de R$ 2 milhões em propina do empresário Joesley Batista
Aécio Neves
05/05 10:13

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a ampliação da quebra de sigilo fiscal do senador Aécio Neves (PSDB), incluindo, agora, todo o ano de 2017. O tucano é réu na Corte pelo recebimento de R$ 2 milhões em propina do empresário Joesley Batista, dono da JBS.

Segundo a procuradoria-geral da República, a primeira quebra de sigilo fiscal contra Aécio no caso, de 1º de janeiro de 2014 a 18 de maio de 2017, não possibilitou a coleta de informações referentes a 2017, porque é inviável, segundo a Receita Federal, extrair dados fiscais de somente um parte do ano, já que as declarações de imposto de renda e escriturações contábeis são anuais.

A decisão do ministro ainda afeta outros investigados na ação: a irmã de Aécio, Andrea Neves, o primo, Frederico Pacheco de Medeiros, o ex-assessor do senador Zezé Perrella (MDB) Mendherson Souza e as empresas Tapera e ENM Auditoria e Consultoria.

Aécio é investigado no âmbito da Operação Patmos, que tem como objetivo “rastrear a origem e o destino dos recursos ilícitos”. Toda a operação entre Aécio e Joesley, que resultou no pagamento de R4 2 milhões em propina, foi gravada pela POlícia Federal, nas chamadas “ações controladas”.



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