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Mesada de R$ 30 mil dada a Ciro Gomes pelo PDT vem de dinheiro público
Essa estratégia do FG de receber sem trabalhar é antiga. Ele já praticava no antigo partido, o PSB
Ciro Gomes (PDT)
25/05 9:18

O presidenciável Ciro Gomes (PDT) se gaba de dar palestra e advogar para se manter. Mas sempre esqueceu de falar da mesada de R$ 30 mil que recebia do seu partido. A revista digital Crusoé, desta semana, traz matéria mostrando que o FG, durante o ano 2017, recebeu a grana oriunda do fundo partidário, que sai dos cofres da União. Trocando em miúdos, os contribuintes pagavam a boa vida de Ciro.

Sem seguir as normas da lei de licitação, os dirigentes partidários gastam esse dinheiro livremente.

Segundo a matéria, Ciro se filiou ao PDT em setembro de 2015 já pensando em participar da corrida ao Planalto. Aí, a sigla não demorou muito para começar a pagar as despesas do FG — um tipo de salário. O partido do presidenciável é trabalhista, mas não pratica o que prega: Ciro não tem carteira assina, é pago por meio de RPA (recibo de pagamento a autônomo), como se fosse um freelancer da legenda.

Crusoé conseguiu uma RPA de R$ 21 mil de Ciro

Em tempo

No ano de 2011, o portal Tribuna do Ceará já denunciava que Ciro recebia uma mesada de R$ 22 mil do seu antigo partido, o PSB. Segundo os socialistas, o FG era uma espécie de consultor da sigla. O trabalho teria sido sugerido pelo ex-governador Cid Gomes.

Dinheiro do povo

Na matéria da Crusoé, ainda é mostrado que além de Ciro, outros políticos se beneficiam com fundo partidário. O dinheiro bancou ajuda de custo para Dilma, jatinhos para Aécio e transferências para o marqueteiro de Michel Temer.



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