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Após prisão de irmã, Lúcio Funaro acelera negociações para delação premiada


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O doleiro Lúcio Funaro resolveu acelerar as negociações para acertar sua delação premiada na Operação Lava Jato após a deflagração, na quinta-feira (18), da Operação Patmos, que resultou na prisão da sua irmã. Roberta Funaro, flagrada recebendo dinheiro da JBS.

Através dos seus advogados, Lúcio garantiu a investigadores que pode comprometer políticos importantes do País. Ele era ligados a nomes fortes do PMDB, como o deputado cassado Eduardo Cunha. A delação de Lúcio Funaro pode ser o tiro de misericória na gestão de Michel Temer (PMDB), caso o presidente ainda esteja no cargo quando o processo for concluído.

Lúcio Funaro foi citado na delação do empresário Joesley Batista, da JBS. Joesley afirmou gravou uma conversa com Temer em que o presidente dá o aval à compra do silêncio de Cunha e de Funaro na prisão. Lúcio está preso desde julho de 2015.

Com informações da Coluna Expresso (Época)